Where do I go
Follow the river
Where do I go
Follow the gulls
Where is the something
Where is the someone
That tells me why I live and die
Where do I go
Follow the children
Where do I go
Follow their smiles
Is there an answer
In their sweet faces
That tells me why I live and die
Follow the wind song
Follow the thunder
Follow the neon in young lovers' eyes
Down to the gutter
Up to the glitter
Into the city
Where the truth lies
Where do I go
Follow my heartbeat
Where do I go
Follow my hand
Where will they lead me
And will I ever
Discover why I live and die
Why do I live (beads, flowers)
Why do I die (freedom, happiness)
Tell my why (beads, flowers)
Tell me where (freedom, happiness)
Tell my why (beads, flowers)
Tell me why (freedom!)
- Where do I go - do musical Hair
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às 10:23 PM
Domingo, Dezembro 28, 2008
Certezas
Quando ela achou melhor dar um tempo, ele já sabia que ela iria voltar para o outro.
Não que a paixão tivesse acabado, não. O tempo era justamente para amenizar a dor. O amor, é que nunca tinha havido amor.
Ele não fez que nem o outro. Não chorou, não lembrou dos dias bons, não mandou cartas.
Um dia disse a ela Você nunca me quis de verdade. Você apenas me usou para ter certeza de que era dele que você gostava. Ela não respondeu, pensativa.
Prometeu que ele seria sempre um amigo. Que era especial. Que não sofresse com a separação necessária.
Não se viram por quinze anos. Ela casou, teve filho.
Um dia se encontraram num bar. Ei, cadê você? Sumiu. Tudo bom? Tudo bom.
E isso foi tudo.
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às 6:29 PM
Sábado, Dezembro 27, 2008
Poema de Natal
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte
- Poema de Natal (trecho) (Vinícius de Moraes)
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às 1:44 AM
Sábado, Novembro 08, 2008
Ardor
A princípio você acha que as coisas não vão bem, mas que é só uma questão de tempo. Você tem esperança de que tudo se ajeite, basta esperar um pouco. No fundo você crê que tem algum controle sobre a realidade.
De repente, num pequeno gesto, você descobre que a esperança não era o fio ao qual você se agarrava, mas o cimento que unia os pedaços do seu mundo e fazia tudo fazer sentido. Você já não acorda "pra ninguém", você acorda "pra nada", olha ao redor e não vê motivo pra tudo estar ali, pensa no que vai fazer amanhã e não sabe por quê. Nem pra quê.
Aí você se pergunta qual o sentido desse sentimento que faz você perder a identidade pra se dissolver na vontade do outro; que é mais do que o instinto materno, pois entre você e o outro não há nada mais que essa estranha ficçao que lhe consome e que sempre só traz dor e desespero.
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às 11:01 PM
Segunda-feira, Setembro 15, 2008
Kawari
"Nada a temer senão o correr da luta,
Nada a fazer senão esquecer o medo."
      - Caçador de mim (Luís Carlos Sá e Sérgio Magrão)
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às 8:12 AM
Domingo, Maio 25, 2008
Conselho
Sonhos?
Melhor não tê-los.
Depois que crescem,
viram pesadelos.
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às 10:44 PM
Segunda-feira, Maio 12, 2008
Sin anestesia
Enquanto navego nas profundas areias da ilusão,
Posso ouvir claramente o brilho morno dos teus lábios
E o verde aroma do teu sexo.
É quando de tua alva pele o sabor macio me vem aos olhos
E eu vejo então o som do teu sorriso
Me dizendo não.
Que eu não posso.
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às 8:36 PM
Domingo, Abril 06, 2008
Morro por você
Every step I take, every move I make
Every single day, every time I pray
I'll be missing you
Thinkin of the day, when you went away
What a life to take, what a bond to break
I'll be missing you
-Puffy Daddy - I'll be missing you
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às 3:05 AM
Domingo, Março 23, 2008
Fantasias
Aonde você vai tão linda assim
Com esse perfume?
Toda arrumada e de baton
Fico com ciúme
Deixa o endereço que eu vou
Te encontrar
Quero ir nessa festa ver você
Sentir seus amigos
Não fou ficar aqui a noite toda
Sozinho a me espetar
As flechas do cupido voam
Eu vou te procurar na rua
Quando você vai eu fico assim
Meio cigano
Invento armadilhas pra você
Tão cheia de planos
Me lembro do baton e do prazer
Daquele perfume
Entendo que você ame você
Mas tenho ciúme
Será que isto que eu sinto é fogo
Ou é só emoção
Talvez uma fantasia
Sem explicação, sem culpa
Ande você vai?
      - Baton (Hanói Hanói)
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às 6:15 PM
Quarta-feira, Março 19, 2008
Rebelde sem causa
"Para os mais novos, a insensatez e a inconseqüência são um dever. Para os mais velhos são um direito absolutamente respeitável."